Março 24, 2008 às 8:25 pm (Uncategorized)
Aumenta a participação das mulheres no mercado de trabalho
Março 24, 2008 às 8:11 pm (Uncategorized)

Hoje é comum na sociedade brasileira ver mulheres em posições sociais, onde até então elas não estavam presentes. O momento que é mais lembrada é no Dia das Mães, e que são presenteadas pelos filhos.
As mulheres, sempre foram vistas como um objeto, pois, tinham que ficar em casa com os filhos, e o marido era quem sustentava a casa e exigia dela tudo pronto para recebê-lo como comida e roupa lavada. Com todo esse papel na sociedade a mulher foi considerada um objeto frágil incapaz de realizar um trabalho “pesado” que por muitos anos eram os homens que comandavam.
Elas, as mulheres cozinham, lavam, passam, cuida dos filhos e além de ser chefe de família tem disposição para realizar trabalhos por fora como empresária, professora entre outros. A mulher moderna, apesar de ter várias funções e ter uma visibilidade política favorável que parece está crescendo, a igualdade entre os gêneros ainda está longe devido ao preconceito e desigualdade existente.
De acordo com o IBGE, o número de famílias chefiadas por mulheres cresceu cerca de 35% de 22,9% em 1995 para 30,6% em 2005. Com isto, mostra-se que apesar de todo o preconceito, mais do que alterar a condição feminina no cenário nacional a participação das mulheres no mercado de trabalho, está se refletindo na estrutura dos lares brasileiros. No Brasil, conforme o PNAD/IBGE as mulheres representam 42% da mão de obra no trabalho formal e 57% no informal.
ENQUETE:
Qual o melhor presente que você já recebeu do Dia das Mães? E o que você já deu de especial?
Elisabete Lins, 48 anos, cinco filhos, Comerciante: “Meu neto que nasceu no Dia das Mães e hoje tem 6 anos de idade.Já dei flores, bombons coisas simples mais com amor.
Maria da Aleluia Moraes, 45 anos, três filhos, professora: ” Um carro de mensagens que meus filhos fizeram uma homenagem. Já dei um relógio de parede lindo a minha mãe”.
Andréia Silva Mendes, 22 anos, dois filhos: “Uma carta de minha filha mais velha quando ela aprendeu a escrever. Dei a televisão que minha mãe tanto sonhava”.